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Sala de Imprensa: Notícias 13/04/2018

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Jovens empreendedores discutem sobre obras inacabadas na região

O assunto é um dos temas do Feirão do Imposto 2018, que em Rio do Sul busca promover na sociedade maior impacto sobre a destinação dos tributos arrecadados


Foto: ACIRS

Em busca de ideias para trabalhar a campanha do Feirão do Imposto em Rio do Sul, os integrantes do Núcleo de Jovens Empreendedores da Associação Empresarial de Rio do Sul (ACIRS) participaram nesta semana de um Banco de Cérebros.

O Banco de Cérebros é uma ação é promovida pelo Núcleo de Inovação da ACIRS e fomenta ideias ou sugestões para resolver problemas.

A 16ª edição Feirão do Imposto abordará os temas obras inacabadas, inexistentes e o valor dos produtos. Para desenvolver os assuntos os jovens irão promover ações para que aconteça a duplicação e manutenção da BR-470/SC, (ponte entre Ibirama e Apiúna) e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rio do Sul.

Para explanar sobre o andamento das obras da BR-470/SC os nucleados contaram com a presença do secretário executivo da ACIRS, Cleber Stassun. Ele explicou alguns dos processos que já deveriam estar finalizados e estão em fase inicial ou não começaram. Stassun falou também da destinação das verbas que alguns trechos da rodovia receberam e na grande parte não foram aplicados.

O presidente do Observatório Social de Rio do Sul, Jean Sandro Pedroso, foi o responsável por falar sobre a UPA, que é uma obra acabada, mas segundo Pedroso possui diversos problemas de infraestrutura entre os exemplos apresentados estão o telhado, rachaduras nas paredes e piso esburacado. Pedroso, comentou que o objetivo é fazer o poder público cobrar da empresa que construiu a UPA a reforma, isso porque a construção, ainda, está na garantia.

Entre as sugestões apresentadas, para impactar a sociedade, está a realização de atividades como a produção de materiais visuais com dados retratando o número de pessoas que já perderam a vida nas rodovias em 2018. Foram sugeridas também frases de impacto, palestras de conscientização sobre tributação e ações no centro da cidade.

Segundo o coordenador do Núcleo de Jovens Empreendedores da ACIRS, Lucas Manoel Fronza, ter diferentes pessoas sugerindo ideias é útil no sentido de saber o que elas esperam do evento e quais atitudes buscam ouvir ao ser mencionado o Feirão do Imposto.

“Queremos apresentar uma solução e não ser apenas mais um grupo de pessoas que está fazendo uma ação e não terá nenhum resultado. Um bom exemplo é a BR-470/SC, há mais de 20 anos que o governo arrecada impostos para a duplicação, mas ainda não foi finalizada. O Feirão existe para chamar a atenção da população em busca de desenvolver um problema que atinge toda a sociedade”, comenta Fronza.

Segundo a coordenadora do Feirão do Imposto em Rio do Sul, Kathia Alexandre, o Banco de Cérebros deu a oportunidade de conectar pessoas e discutir as ações para o evento anual.

“Ele nos faz refletir sobre o quanto estamos impactando a sociedade em que estamos inseridos. Entre palpites, discussões e ideias, jogamos à mesa palavras como concessões e privatizações. Foram levantadas questões de como podemos inserir a educação fiscal nas escolas, sensibilizar os jovens da importância dos tributos e da aplicação correta, tornando-os mais participativos na gestão pública”, comenta Kathia.

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